quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rita Lee é nossa . Parte III

Boa tarde galera do rock and roll. Segue a última parte do texto sobre a Rita, espero que gostem.

Rita apenas por Rita

Em 1998, gravam o platinado "Acústico MTV" com a releitura de seus maiores sucessos juntamente com alguns convidados especiais como Milton Nascimento, Titãs, Paula Toller e Cássia Eller. 
Em 2000, de volta com seu bom e velho rock´n roll, lança o “3001” produzido por Roberto de Carvalho e que, no ano seguinte,  é contemplado com o Grammy Latino na categoria "Melhor Disco de Rock”.

Em outubro de 2003, Rita Lee lança 'Balacobaco'. O disco, produzido por Roberto de Carvalho, é composto por 11 faixas inéditas incluindo "Amor e Sexo", um hit radiofônico parceria da cantora com Roberto de Carvalho e com o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor.
Depois do bem-sucedido “Balacobaco”, Rita lança “MTV ao vivo”, com Roberto de Carvalho que, além de assinar a produção e arranjos, está presente nas guitarras e vocal durante o show. Gravado em São Paulo, em agosto de 2004, pela EMI Music, o disco conta ainda com a presença de Pitty e Zélia Duncan, além de uma regravação de “Lucy In The Sky With Diamonds” e uma versão de “I Wanna Be Sedated” (Ramones).





Para quem se interessou e quiser saber mais, indico que leiam “Rita Lee mora ao lado – uma biografia alucinada da rainha do rock”.
 

Discografia:

Com os Mutantes:
Tropicália ou Panis et Circenses (1968)
Os Mutantes (1968)
Mutantes (1969)
A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (1970)
Build Up (1970)
Tecnicolor (gravado em 1970, mas lançado somente em 2000)
Jardim Elétrico (1971)
Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets (1972)
Discos solo e com a banda Tutti Frutti:
Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida (1972)
Atrás do Porto Tem Uma Cidade (com Tutti Frutti) (1974)
Hollywood Rock (ao vivo) (com Erasmo Carlos e Raul Seixas, 1975)
Fruto Proibido (com Tutti Frutti, 1975)
Entradas e Bandeiras (com o Tutti Frutti, 1976)
Lá Vou Eu (compacto duplo) (com o Tutti Frutti, 1976)
Refestança (com Gilberto Gil e Tutti Frutti, 1977)
Arrombou a festa (compacto simples) (com o Tutti Frutti, 1977)
Babilônia (com Tutti Frutti, 1978)
Rita Lee (1979)
Rita Lee (1980)
Saúde (1981)
Rita Lee e Roberto de Carvalho (1982)
Baila Conmigo (em espanhol)(1982)
Bombom (1983)
Desculpe o auê (1983)
Rita Hits (1984)
Rita e Roberto (1985)
Flerte Fatal (1987)
Zona Zen (1988)
Pedro e o Lobo (1989)
Dias Melhores Virão (trilha sonora do filme homônimo) (1989)
Rita Lee e Roberto de Carvalho - Perto do Fogo (1990)
Rita Lee em Bossa'n'Roll (1991)
Rita Lee (1993)
A Marca da Zorra (ao vivo, 1995)
Tutu, o menino índio (narradora, 1996)
Santa Rita De Sampa (1997)
Acústico MTV Rita Lee (1998)
3001 (2000)
Rita Releeda (2000)
Aqui, Ali, em Qualquer Lugar (2001)
Rita Lee Novelas (2002)
Balacobaco (2003)
Rita Lee MTV Ao Vivo (2004)

Texto escrito por Arathane Spada

7 comentários:

Erzsébet disse...

Certamente Rita Lee é o grande símbolo do rock brasileiro... Quando ouço mutantes me bate um orgulho imenso, a qualidade era muito boa e até hoje ela continua excepcional. Rota Lee ainda tem a atitude rock que tinha antes, desde a pscicodelia da tropicalia até a virada punk de 77. Ótimo post!

Flaemmchen

Óbvio&Atual disse...

A quem diga que Rita Lee não é nada além de seus cabelos engraçados e seu microfone colorido.
Pra mim, ela é sim um icone do rock brasileiro de qualidade e que não tem prazo de validade.
Acho que o nome dela ainda vai durar por muito tempo. ;)

Bruuh ;D disse...

muuito bem escritoo gostei do seu blog de uma olhadinha no meu


http://copiagaspar.blogspot.com/

Os Confundidos disse...

Rita é fora do comum. Não tem nem o que falar de um simbolo tao raro como ela.
Parabéns pelo blog!

Lady Marinah disse...

OMG!
Eu amo a Ritinha ;D
Total prefeição ^^

Alex disse...

Vou discordar um pouco da galera.

Escrevo este comentário ouvindo o disco Fruto Proibido, de 1975, dela com o Tutti Frutti - mais especificamente 'O Toque', puro rock n roll - um marco do rock brasileiro, 16º melhor disco de todos os tempos na nossa historia musical pela revista Rolling Stone.

O que eu tenho a dizer é o seguinte: Rita foi realmente a maior roqueira do Brasil e uma das grandes do mundo (no anos 70 ela era e Blondie) no periodo de sua carreira com o Tutti Frutti. No começo do anos 80 entretanto, ela prefiriu trocar o tesão pelo Roberto de Carvalho pelo Tutti Frutti, e deixou de fazer rock ,passando a fazer um sucesso mastodôntico com outro tipo de musica (pop? mpb?) e a partir daí, roqueira só na lenda, na atitude e no seu grandioso passado, com os Mutantes e o Tutti-Frutti.

Pena. Sinto muita falta da roqueira Rita Lee.

Anônimo disse...

E se alguém sente muita falta de Rita Lee Antiga pode saboreá-la assistindo seu cover!

É show!

Rita Lee está com idade, é natural as pessoas mudarem com o tempo, burrice seria ter feito sempre a mesma coisa!
Fui